Cores na iluminação

Sabe-se que as cores interferem no humor e no estado de espírito das pessoas. Luzes coloridas criam diferentes climas e atmosferas, causando efeitos incríveis na decoração em geral – ainda mais agora, com a popularização da iluminação por LED.

Por exemplo: a luz branca, uma das mais comuns, sugere paz e tranquilidade, e transmite a sensação de amplitude, atenção e limpeza aos ambientes. É usada tanto em áreas de trabalho da casa, como cozinha e lavanderia, quanto em quartos de bebês, passando por escritórios e outros espaços corporativos.

O amarelo, que também é bastante comum, passa uma grande sensação de aconchego, o que a torna bem popular em áreas de descanso como o quarto, e de convívio, como a sala de estar. Também se usa em pequenas e escuras. É associada à alegria e à criatividade.

A luz azul, por sua vez, tem duas aplicações: as mais escuras são associadas a ambientes de grande produtividade, enquanto as mais claras se aplicam a espaços tranquilos.

Uma boa opção para salas de jantar e visitas é a luz alaranjada, que, de acordo com psicólogos, estimula a comunicação.

A luz verde é pode ser usada na iluminação de jardins e piscinas (até porque o LED é resistente à água), principalmente por remeter à natureza.

Uma luz que não é tão comum é a violeta, que tem propriedades relaxantes e é indicada para dormitórios femininos. A vermelha é recomendada para ambientes mais íntimos, visto que estimula as áreas de relacionamento afetivo e sucesso – no entanto, deve ser usada com precaução, já, que em excesso, pode incitar a irritabilidade e nervosismo.

Por fim, uma dica importante: o ideal é que a luz aplicada combine tanto com a decoração do ambiente quanto às sensações que você deseja que ela transmita. Também se deve evitar grandes contrastes e a monocromia total.

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Luz no cinema – a importância da iluminação na sétima arte

No dia 19 de junho, comemora-se o Dia do Cinema Brasileiro. Nesta data, em 1898, o ítalo-brasileiro Afonso Segreto – o primeiro cinegrafista e diretor do país – registrou as primeiras imagens em movimento em território nacional, filmando imagens da entrada da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a bordo do navio francês Brésil. Como cinema e iluminação estão ligados tanto sob o ponto de vista tecnológico quanto do estético, falaremos um pouco sobre isso.

Quando se fala na história do cinema, obrigatoriamente se fala também na história da luz. Isto é, existem filmes sem atores, sem som, mas não sem luz – mesmo porque, sem ela, não há exibições, nem projeções, muito menos uma tela iluminada na sala escura. A luz, em outras palavras, é a essência do cinema.

A razão pela qual a iluminação é tão importante nessa área é porque gravações de vídeos em geral não respondem à luz da mesma forma que nossos olhos fazem – eles registram de uma forma muito mais contrastada. Em outras palavras, eles não podem lidar com o contraste de iluminação da vida real: se você filmar uma cena sem luzes artificiais, ou as sombras ficam completamente preto, ou os destaques ficam totalmente brancos. Ou seja, se você quer que uma cena pareça natural, a única maneira de fazer isso, ironicamente, é ter luz suficiente para fazer com que o filme veja a cena da mesma maneira que nossos olhos veem.

Como forma de expressão, o cinema sempre explorou os aspectos estéticos da luz, cujos usos foram tão característicos em algumas tradições de filmes como nos efeitos dramáticos de luz e sombra. Posteriormente, o desenvolvimento técnico dos equipamentos de iluminação possibilitou um controle maior sobre a luz e suas características físicas, de modo que o aspecto conceitual da luz, como elemento narrativo, aumentou consideravelmente. Dessa forma, a luz no cinema, mais do que um elemento de linguagem, pode ser pensada e discutida como uma linguagem própria, caracterizada pelo conjunto ideológico de usos e percepções da luz em um filme.

Você sabia que dá para aplicar algumas ideias de iluminação de cinema em casa? Uma delas é a iluminação para home theater, que, como costumam ficar em salas de estar, demandam uma iluminação mais clara do que seria no cinema. Outra possibilidade é a dimerização, por meio da qual se pode escolher o nível de luz, desde o mais baixo até o mais alto, por controle remoto ou mesmo num comando de celular, aliando conforto e sofisticação tecnológica.

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LED – Aliando modernidade e baixo consumo de energia

A Lighting Fixture Design Conference foi sediada em Londres, nos dias 20 e 21 de junho. A revolução do LED aconteceu, mas a desvantagem é que os preços estão caindo rapidamente e é cada vez mais difícil diferenciar o produto. Visando responder à pergunta de como prosperar em um mercado interrompido, a Lux organizou essa conferência para ajudar a mapear a estratégia para o mundo da iluminação digital. A proposta foi de analisar todos os problemas críticos com palestrantes especialistas visando obter informações para avançar no mercado com confiança. Mas você sabe quais são as características da iluminação por LED?

Se por um lado muitos consideram que as lâmpadas de LED são as lâmpadas do futuro, por outro, elas já são uma realidade. O LED nada mais é do que um dispositivo eletrônico que, ao contrário das lâmpadas convencionais – incandescentes e fluorescentes, que utilizam filamentos metálicos e descargas de gases –, é capaz de converter energia elétrica em luz. Essa tecnologia foi desenvolvida na Rússia durante a década de 1920, mas só nos anos 60 passaram a ser usadas em pequenos dispositivos, nas cores vermelha e verde. Até que, na década de 1990, três cientistas japoneses – Isamu Akasaki, Hiroshi Amano e Shuji Nakamura, vencedores do Prêmio Nobel de Física de 2014 – conseguiram produzir a luz azul, fundamental para obter uma lâmpada de luz branca, resultando numa fonte de energia mais eficiente e sustentável, e também mais duradoura e eficiente do que as demais.

Para efeitos de comparação, as lâmpadas de LED são 60% mais econômicas do que as fluorescentes e 90% em relação às incandescentes. Além disso, elas duram mais, não emitem calor e estão disponíveis em vários modelos e várias aplicações, com spots, lâmpadas, luminárias, entre outros.

Suas desvantagens são a pouca luminosidade gerada, o que significa que é preciso de mais lâmpadas para o mesmo efeito (a menos que seja usada uma Super LED). Também existe a questão de o custo ser bastante elevado se comparado com os demais modelos – mas uma das justificativas aqui é a possível compensação com sua longevidade, bem como a economia de energia elétrica.

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Cores, efeitos e sensações – escolhendo a melhor lâmpada

A iluminação correta de um ambiente envolve muito mais fatores do que apenas pendurar uma lâmpada qualquer no teto. O cômodo onde ela será instalada, quais características ela deve ter, o tipo e a potência da luminária, o estilo da decoração, a cor e a quantidade de luz adequadas, o efeito desejado… qualquer mudança dessas pode fazer toda a diferença, tanto do ponto de vista funcional quanto do estético. Portanto, o primeiro passo antes de comprar uma lâmpada é o planejamento.

Na maioria das vezes, não tem muito mistério. Quartos precisam de uma sensação de aconchego, e, para isso, luzes com tons quentes são uma boa saída – iluminação indireta, que incide na superfície e é refletida para o ambiente, também é um caso a se pensar. Cozinha e banheiros, por sua vez, precisam de bastante luz, e ambos pedem lâmpadas mais frias. Nos escritórios, o ideal é que a iluminação valorize os principais pontos de trabalho, evitando excesso de luminosidade e até contribuindo para uma produtividade melhor. A sala requer uma atmosfera acolhedora, enquanto a área externa necessita de muita visibilidade.

É importante saber, também, quais são as lâmpadas corretas. Por exemplo, o posicionamento dela no ambiente pode provocar um aquecimento desnecessário, uma vez que toda lâmpada emite calor em quantidades variadas. As mais eficientes, como as de LED, não apenas emitem menos calor como economizam energia consideravelmente.

Quanto às cores, as lâmpadas brancas são mais estimulantes e iluminam mais, sendo recomendadas para banheiros, cozinhas e escritórios. As amarelas, mais relaxantes e que possibilitam uma visão melhor de todas as cores reais de um espaço, caem melhor em salas e quartos.

Depois que tiver essas respostas, você terá condições de escolher o tipo certo de lâmpada para cada ambiente, criando uma iluminação especial para cada lugar da casa! E, em caso de dúvidas, não hesite em procurar nossa equipe especializada em iluminação!

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Cálculo Luminotécnico – como chegar à quantidade de luz ideal

O estudo da aplicação da iluminação artificial em um ambiente recebe o nome de luminotécnica. É necessário muito trabalho e detalhamento quando se quer fazer um bom projeto luminotécnico, uma vez que todo ambiente tem um nível específico de iluminância, ou seja, a quantidade de luz que incide sobre uma superfície.

Existe, inclusive, uma norma da ABNT que estabelece o nível de iluminância ideal para um lugar. Mas como se avalia qual o nível certo? É para isso que existe o cálculo luminotécnico, feito com base na quantidade de luz, equilíbrio de iluminação, ofuscamento e reprodução de cor.

Esse cálculo pode ser feito de duas formas: pelo Método Lumens ou pelo Método Ponto por Ponto. O primeiro se baseia no tipo de atividade exercida no ambiente, na cor da mobília, nas cores das paredes e do teto, no tipo de lâmpada e luminárias disponíveis e até na quantidade de aberturas de iluminação natural para determinar a quantidade de fluxo luminoso de um espaço específico. O segundo, por sua vez, indica a iluminância em qualquer ponto da superfície, porque é aplicado quando as dimensões da fonte luminosa são muito pequenas em relação ao plano que deve ser iluminado.

É claro que um bom cálculo luminotécnico leva diversos fatores em consideração. Por exemplo, ambientes de trabalho precisam de mais luz do que ambientes de descanso. A distância do chão até o teto é fundamental, tendo em vista que, quanto maior a altura, maior a luminosidade necessária. Paredes escuras demandam mais luz – porém, há de se observar que o excesso de claridade “desbota” um tom escuro.

Em última análise, ter sensibilidade quanto aos aspectos psicológicos gerados pela luz nas pessoas é fundamental para se realizar um bom projeto de iluminação. O cálculo luminotécnico define os aspectos básicos, mas a sensibilidade e o bom gosto de cada projetista é o que faz a diferença.

A Alalux dispõe dos melhores e mais capacitados profissionais da área da iluminação para executar o projeto luminotécnico de seu escritório ou ambiente corporativo de modo sustentável e profissional, por meio de tecnologia de última geração mundial e cálculos fotométricos precisos.

*Projeto luminotécnico residencial executado pela Eng. Arquiteta e Lighting Designer Norah Turchetti Conte (Alalux), em Belo Horizonte – MG.

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Iluminação Biodinâmica – reproduzindo a luz natural

A incidência de luz natural nos ambientes traz muitos benefícios. Não só proporciona uma sensação de conforto visual, como também faz bem para a saúde – a falta dela provoca problemas de visão, fadiga, sono, além de memória e humor, podendo inclusive desencadear crises de depressão. No entanto, nem todo projeto de iluminação consegue aproveitar suficientemente a luminosidade do sol. Por isso, existe um método que vem ganhando cada vez mais popularidade.

A Iluminação biodinâmica é uma técnica usada para reproduzir o ciclo de luz natural, alterando a temperatura de cor e intensidade ao longo do dia – de manhã, é mais brilhante, e, à noite, mais quente. Em outras palavras, trata-se de iluminação artificial buscando imitar os mesmos efeitos biológicos da luz solar. Trata-se de um método bastante usado em ambientes corporativos ou da área de saúde, mas cuja frequência tem aumentado em projetos de iluminação residencial.

O conceito surgiu a partir de diversas práticas que estudam como integrar luz, clima e ambiente da melhor forma possível, satisfazendo as necessidades de cada pessoa no dia a dia caótico que muitos de nós vivemos. Inclusive, ganhou até nome específico: Human Centric Light (HCL), ou seja, a iluminação centrada em humanos, que visa a otimização e sincronização artificial de nossos relógios biológicos – e, ao mesmo tempo, vem revolucionando a indústria de iluminação, produzindo a melhor aplicação luminotécnica possível por meio de tecnologias e efeitos naturais que se completam.

No caso da iluminação biodinâmica, além de variar a cor e intensidade, o ideal é que essas mudanças ocorram de acordo com os padrões naturais específicos da localização regional, até porque cada parte do mundo tem suas particularidades de variação de luz. Também é importante que ela se espalhe por todo o ambiente dentro do campo visual do espaço em questão. Quando não planejada com eficiência, a iluminação biodinâmica não apresenta resultados tão eficazes.

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Posts Alalux MARÇO-19

Office Lighting: um novo olhar

A maior parte das pessoas passa cerca de 8h por dia no trabalho. Não raro, passam mais tempo lá do que em casa. Assim sendo, o ideal é que o ambiente no escritório seja o mais confortável possível – e uma iluminação bem-feita contribui bastante para isso.

Os motivos não são apenas estéticos. Muitos escritórios possuem sistemas de iluminação adequados, porém envelhecidos, frequentemente operando de maneira ineficiente, desperdiçando energia e incomodando os funcionários. Um espaço com a luminosidade correta, além de se tornar mais convidativo, diminui a frequência de problemas como fadiga ocular, dores de cabeça e até estresse psicológico. Em outras palavras, a equipe trabalha mais satisfeita, melhorando a produtividade.

Uma solução para esse caso é apostar na iluminação indireta, que incide na superfície e é refletida para o ambiente, iluminando de forma homogênea, suave e difusa, criando um efeito aconchegante. Outra dica é espaçar ou dividir os pontos de luz do escritório adequadamente, de modo que a disposição de móveis e de funcionários no local não provoque muitas sombras ou excesso de luminosidade. Também é interessante controlar a intensidade e o brilho da luz no ambiente, por meio de dimmers, por exemplo.

Além disso, é necessário pensar sobre o papel crescente do setor energético na mudança climática. No mundo todo, só a produção de energia elétrica representa 25% dos gases que poluem a atmosfera. De acordo com diversas pesquisas, os edifícios dos EUA consomem quase três quartos da eletricidade do país, e são responsáveis por 39% de todas as emissões de gases do efeito estufa. Sem contar que, hoje em dia, a maioria dos escritórios usa lâmpadas fluorescentes, cujo interior contém chumbo e vapor de mercúrio, que são altamente tóxicos. Para piorar, elas podem se quebrar facilmente, e seu descarte é muito complicado, já que não existem locais específicos de coleta (e, se enviadas para aterros, os componentes contaminam o meio ambiente).

Amenizando estes efeitos, a tecnologia existe para revolucionar a iluminação comercial: as lâmpadas LED, em conjunto com os sistemas de controle digital inteligentes, podem fornecer ambientes internos de maior qualidade, economizando quantidades significativas de energia e dinheiro. Elas não apenas são até 80% mais eficientes do que uma iluminação tradicional, como também produzem muito menos resíduos e geram menos calor – sem contar que tem uma vida útil bem mais longa do que as fluorescentes e incandescentes.

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